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Este blog foi criado no âmbito da aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos durante as aulas de Jornalismo On line, uma cadeira ministrada no segundo semestre do II ano, na Universidade Eduardo Mondlane. Este blog faz alusão a assuntos políticos, económicos, sociais pessoais do único membro do presente blog e entre outros assuntos. Vale dizer, é generalista. Os conteúdos nele contidos são da inteira responsabilidade do seu autor.

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Sou um jovem estudante de Jornalismo na Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique. Sou uma pessoa com muita vontade de aprender, de conhecer cada vez mais pessoas novas, lugares novos... Detesto por natureza todas mulheres viciadas, vale dizer, que abusam o sexo, as bebidas alcoólicas e o fumo. Pior ainda, aquelas que até consomem drogas. Adoro tanto assistir "clipes" de música rap.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Dhlakama Satisfeito com Sociedade Civil

O líder do partido Renamo, Afonso Dlakhama, diz-se emocionado devido à contribuição da Sociedade Civil na Revisão da Lei eleitoral porque com ela vislumbra-se um horizonte rumo à resolução definitiva dos problemas que mancham o desempenho do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral, STAE, e da Comissão Nacional de Eleições, CNE.Dhlakama falava, ontem, à margem de um encontro entre a liderança daquele partido e o Instituto Eleitoral da África Austral, EISA, cujo objectivo era a apresentação da contribuição da Sociedade Civil na Revisão da Legislação eleitoral àquela agremiação política.A Renamo conmsidera ser prematuro avançar o seu o posicionamento em relação ao relatório do EISA porque ainda não o leu. “Depois de lermos o relatório daremos a nossa opinião sobre a contribuição da Sociedade Civil na Revisão da Lei eleitoral. Por equanto nada podemos avanar”, afirmou Dlakhama acrescentando que “quero manifestar a minha emoção perante a contribuição da Sociedade Civil. Parecia haver um equívoco porque falava-se da Sociedade Civil, mas não era possível identificá-la, o que já não acontece”.Prosseguindo, Dlakhama refere que com a Sociedade Civil vai se tornar possível identificar quem manipula as informações durante o processo eleitoral, desde os recenseamentos eleitorais, passando das assembleias de voto nos dias do pleito até à contagem e publicação final dos resultados eleitorais, bem como todo o mecanismo que regula a sua realização.Em relação aos pronunciamentos de alguns segmentos da sociedade segundo os quais em Moçambique a sociedade civil não existe, Dlakhama considera que esse é um discurso descabido.“Ninguém deve considerar que a Sociedade Civil é um instrumento do governo. Porém, pode aparecer um e outro casos de membros da sociedade civil que são membros da Frelimo e com cartões de membros como é o caso do Arão Litsure, presidente da Comissão Nacional das Eleições”, refere Dlakhama.Segundo o líder da “perdiz“, a informação propalada pela Comunidade Internacional dando conta que no País não há oposição não corresponde à realidade. A Renamo é oposição. O que a USAID e entre outras organizações escrevem são suas opiniões”, afirma o líder da “perdiz”.Por seu turno, o representante do Conselho Cristão de Moçambique, CCM, na Sociedade Civil, Boaventura Zita, exorta a imprensa para dar relevância aos aspectos positivos sobre os partidos políticos durante a campanha eleitoral.“Enalteçam o diálogo entre os partidos políticos. Tratem o que não é negativo porque o contrário agita o público o que resulta na violência política. Deveria ser o contrário, haver notícia onde não houvesse sangue”, afirmou Zita.Refira-se que o parlamento moçambicano extinguiu a comissão "ad-hoc" para a revisão da lei eleitoral do país, depois das bancadas parlamentares da Frelimo e da Renamo fracassarem no debate sobre a composição da CNE, porque a Frelimo defendia a eleição de 15 elementos provenientes de organizações da sociedade civil legalmente constituídas pela Assembleia da República, a Renamo advogava que a CNE devia ser composta por 17 elementos escolhidos também pela Assembleia da República, mas numa base de paridade entre os dois partidos com representação parlamentar, encontrando-se ainda em debate no mais alto órgão legislativo do País.

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